sexta-feira, 4 de junho de 2010

Livro: Todo mundo que vale a pena conhecer

Neste feriado li o livro da mesma autora de: O diabo veste prada (Lauren Weisberger).
Como a Aline (filha da minha amiga que me emprestou o livro) havia me adiantado, o livro é bem fraquinho. São 491 páginas, mas como não sou de abandonar livros pelo meio (excessão para: O mundo de Sofia, não consegui, juro que tentei), fui até o final (também não tinha mais nada para fazer).
Vou transcrever meu resumo.
Bette trabalha em regime de escravidão (80 h/semana) em um banco que ela odeia. Quando se demite, seu tio lhe arranja um emprego (com uma ex-funcionária a quem ele ajudou e lhe deve favor). O novo emprego ao que parece é o sonho de muita gente: promover festas concorridas cheias de celebridades. Conhece um segurança em uma festa (noivado de sua melhor amiga) e a partir daí conta a trajetória de suas andanças pelas festas e seus encontros e desencontros com o segurança.
Enfim.....
Bom, agora vou transcrever a orelha do livro.
"O delicioso O diabo veste prada, com suas afinetadas no mundinho das revistas de moda, tornou-se best seller no mundo afora. Neste seguno romance, Lauren Wiesberger volta com mais uma saborosa sátira, mirando o restrito universo das festas mais badaladas de Nova York.
Bette Robinson só anda apressada pelas ruas de Manhattan, correndo pra baixo e pra cima, em seu emprego "semi-escravidão" no banco USB. Ela já está cansada das 80 horas (!) de trabalho semanais, do cubículo claustrofóbico e das detestáveis frases-do-dia de seu igualmente detestável chefe. Aos 27 anos, a impulsiva Bette tem certeza de que não vai sentir saudades do emprego. E decide arriscar: simplesmente pede demissão, diz adeus e bye-bye.
Graças a um tio colunista social, Bette conhece a diretora da Kelly & Company, a agência de RP e Eventos mais bacana de Nova IYork. De uma hora para outra, ela tem um emprego novinho em folha, cuja única exigência é ver e ser vista. As novas responsabilidades de Bette passam a ser - morra de inveja! - frequentar as boates mais descoladas de Nova York e organizar as festas mais concorridas, de preferência as que atraiam celebridades como Jerry Seinfeld, Jay-Z e James Gandolfini.
Bette então aprende a não piscar diante dos rostos famosos, dos cartões de crédito Platinu, das garrafas de Cristal ou dos paparazzi. Logo ela está namorando um playboy de reputação duvidosa, o que é ótimo para sua carreira, porém péssimo para sua vida pessoal - poruqe acaba afastando o único cara decente que ela encontra. Ainda assim, como seus colegas de trabalho vivem dizendo: Como reclamar de um emprego em que você ganha para se dvertir? Ela concorda, até o momento em que seu nome começa a aparecer em colunas de fofoca. É quando sua vida toma todo um novo significado, e ela descobre que a linha entre a vida particular e a profissional é...invisível.
Gosta de um romance bem água com açúcar? Então leia. Distrai.
BJ.

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