Editora: Planeta do Brasil
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Livro: O Sári Vermelho
Editora: Planeta do Brasil
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Livro: Paixão Índia
Sempre comento por aqui o quanto gosto de livros e filmes baseados em fatos verídicos e em biografias. Este livro retrata a verdadeira história da Princesa de Kapurthala. Vale muito a pena ler este e "O Sári Vermelho" do mesmo autor, depois posto este último (que também adorei).
Editora: Planeta do Brasil
Ano de Publicação: 2006
Autor: Javier Moro
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Livro: As Grandes Equações
Autor: Robert P. Crease
Editora: Zahar
1ª Edição: 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Livro: Quando ela se foi
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Livro: 1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer
Autor: Steven Jay Schneider
Livro: Os Últimos Soldados da Guerra Fria
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2011
Importantíssimo sob o ponto de vista histórico (Moraes teve acesso a vários documentos importantes), o livro conta como ativistas anticastristas faziam para intimidar Fidel Castro e as retaliações do ditador.
"O livro relata Nos anos 1990, grupos de cubanos exilados em Miami, opositores a Fidel Castro, realizaram diversas ações para intimidar o ditador cubano.
Os anticastristas mandavam explodir bombas em hotéis de Havana e metralhar navios para espantar turistas. Golpe duríssimo para o pequeno país, que, após o fim da União Soviética (1989), passou a depender muito dos ingressos do turismo.
Bem ao estilo da Guerra Fria, Cuba respondeu formando um grupo de espiões, a Rede Vespa, que se instalou na Flórida a fim de descobrir o que tramavam os inimigos.
Conseguiram, assim, impedir uma série de ataques à ilha. Até que foram pegos pelo FBI, em 1998.
Morais fez várias viagens à ilha e aos EUA, entrevistou familiares dos envolvidos e alguns dos espiões presos.
Em 2008, conseguiu que o governo cubano lhe entregasse uma documentação valiosa sobre a Rede Vespa. Os papéis só foram parar em suas mãos devido a suas boas relações com Cuba, que já têm mais de 40 anos.
Entre os documentos, está o material que Fidel Castro enviou a Bill Clinton para pedir que os ataques à ilha parassem. O inusitado do diálogo é que ele foi intermediado por Gabriel García Márquez; o Nobel colombiano é amigo de Fidel e defensor de seu projeto político.
"É um episódio importante, porque Clinton ouviu Fidel e os ataques pararam", conta Morais.
O autor relata como os espiões da Rede Vespa se instalavam na Flórida. Mantinham segredo de suas atividades até de suas famílias. "Há o caso de uma das mulheres que se sentiu traída e está ressentida até hoje", conta.
Com poucos recursos, os agentes tinham de achar trabalho para se manter nos EUA. "Visitei apartamentos em que eles moraram, eram quitinetes, lugares muito precários", diz Morais.
Os disfarces eram construídos pela inteligência cubana. Os espiões recebiam novas identidades, às vezes roubadas de bebês mortos nos EUA, e eram obrigados a decorar fatos fictícios sobre toda uma vida pregressa que não haviam vivido.
O autor entrevistou condenados por e-mail e enviou perguntas por meio de suas mulheres, que têm permissão de falar com eles por telefone algumas vezes por mês.
A obra de Morais resgata também a participação de mercenários da América Central contratados pelos anticastristas. Uma das histórias mais interessantes é a do salvadorenho Cruz León.
Fã de Sylvester Stallone, Cruz León conta que se envolveu nos ataques porque queria viver aventuras parecidas com as de seu ídolo.
Com essa motivação, aceitou uma missão quase suicida: colocar bombas em hotéis e num restaurante em Havana por apenas US$ 1.500 cada uma. Acabou descoberto e condenado à morte.
"Os mercenários centro-americanos não conheciam a situação cubana nem sabiam o que estava em questão", diz Morais.
Ao contar sua história ao jornalista, Cruz León explicou o que o moveu a ajudar os anticastristas: "Eu ia pôr bombas num país que nem sabia qual era, voltaria para casa e iria para a cama com a Sharon Stone. Me senti um espião. Me senti o máximo".
Hoje, cinco espiões do grupo seguem presos --os outros foram libertados, beneficiados por delação premiada.
Morais crê que, se Obama se reeleger, deve rever o julgamento. "Pode tentar trocar espiões cubanos por presos políticos americanos em Cuba. Só não faz isso já para não perder votos na Flórida"
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Livro: A Rainha do Castelo de Ar
Este é o último livro da coleção Millennium (são 3: Os Homens que não Amavam as Mulheres, A Menina que Brincava com Fogo e A Rainha do Castelo de Ar).segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Livro: A Menina que Brincava com Fogo
Neste livro, o autor nos leva a entender os motivos que fizeram Lisbeth Salander se transformar em uma garota arredia, desconfiada, violenta e vingativa. A hacker é acusada de triplo assassinato, e a polícia está em seu encalço. Mas, ao contrário do restante da imprensa, que não se acanha em crucificá-la, Mikael Blomkvist, editor-chefe da revista Millennium, acredita na inocência da moça. Mickael desconfia que os assassinatos se relacionam a uma série de reportagens que a Millennium pretendia publicar sobre o tráfico e prostituição de mulheres provenientes do Leste Europeu. Um esquema de corrupção cujos tentáculos alcançam promotores, juízes, policiais e jornalistas.
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Sinopse do livro: David Copperfield
Autor: Charles Dickenssábado, 7 de agosto de 2010
Livro: David Copperfied
terça-feira, 27 de julho de 2010
Livro: Segredos de Família
Autora: Emilie RichardsAno: 2001
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Livro INVICTUS - Conquistando o Inimigo - Nélson Mandela e o Jogo Que Uniu a África do Sul
Autor: John CarlimLi o livro ontem e tive que postar a indicação.
É ótimo. Depois assistam ao filme, (fiz o inverso e estou arrependida, pois o filme deixa a desejar).
Em 'Conquistando o Inimigo', John Carlin narra a história da campanha política que Nelson Mandela empreendeu, ao longo de 10 anos, para livrar a África do Sul do 'apartheid'. Mandela entendia que a única maneira de libertar seu povo era fazer com que os próprios brancos abolissem o sistema de segregação racial. Para isso, seria preciso conquistá-los. Ainda na prisão, estudou a língua e a história dos africâneres e aprendeu tudo o que pôde sobre rúgbi, o esporte favorito dos sul-africanos brancos. Ele sabia que seus inimigos, como todos os seres humanos, queriam ser tratados com respeito, e foi assim, falando a seus corações, que dobrou todos eles, desde seus carcereiros até o presidente do país.
No filme, de direção de Clint Eastwood, ele erra ao dar os créditos da campanha de Mandela em campo ao capitão do time de Rúgbi François Piennar (Matt Damon), quando na verdade o herói foi Morné du Plessis (ex capitão do time, que sequer foi citado no filme) dirigente do time.
Foi ele quem teve a idéia de ensinar o hino dos negros aos jogadores e a incentivá-los a brincar com as crianças carentes do subúrbio. Porém, foi Piennar que Mandela tomou como herói.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Livro: Paixões Tóxicas

Editora: Planeta
Bernardo Stamateas (psicólogo), usando de sua experiência na área, separou os casais em oito estilos, expondo seus comportamentos e reações em situações comuns à vida a dois. Assim, mostra as diferenças entre a paixão saudável e a paixão tóxica e sugere uma série de atitudes para evitar que aquela emoção (paixão) tão forte do início da relação se converta em algo destrutivo. Neste novo livro, ele mostra a partir de que ponto uma paixão passa a ser destrutiva, tendo sempre em mente que o conflito “não é positivo nem negativo, depende de como cada um o encara”.
Por saber que toda relação conjugal tem seus momentos de crise, o autor não estabelece uma relação de vítima e algoz. A ele interessa mostrar a responsabilidade de cada um no conflito e contribuir com idéias para que o casal transforme a paixão tóxica em uma paixão saudável.
Vou copiar da Livraria da Folha, os dois capítulos que ela publicou:
Há quem, por inveja, boicote seu parceiro. A inveja traz implícito o paradigma da escassez. A pessoa vê a vida como um bolo de dez pedaços, e cada pedaço que o outro come é um a menos para ele. Deste modo, pensa: "o outro levou minha parte".
Por exemplo: ele pensa que, se ela conseguir algo, significa que está tirando seu sucesso e seu destaque, e isso ele não pode permitir. Assume que o sucesso é limitado, e, quando um alcança uma meta, o outro já não o pode alcançar.
Ela pensa: se ele ganhar, meus filhos vão preferir ele e não vão me considerar. Assume que o amor dos filhos é limitado e que, se valorizarem um dos pais, não vão dar valor ao outro.
E pensando deste modo, enfrentam-se até "matar ou morrer". Vejamos algumas das formas mais tóxicas de boicotar o parceiro:
1. Esquecer de datas importantes
2. Fazer o parceiro ficar mal na frente dos outros
3. Fazer as crianças ligarem no trabalho dele por coisas insignificantes
4. Ser descuidado com a aparência
5. Assumir o papel de vítima
6. Gerar conflitos com os horários quando o parceiro tem algo importante para fazer.
7. Mostrar na frente dos filhos que o parceiro não tem razão; desautorizá-lo.
8. Ressaltar os erros do outro.
9. Adoecer justo em uma data importante.
10. Não acompanhar o outro a eventos sociais ou ser pouco gentil neles
11. Perder a hora quando o outro precisa de nós.
12. Esquecer de algo que o outro pediu especialmente.
13. Gastar o que haviam poupado em algo para si próprio.
14. Não se relacionar bem com seu entorno ou proibi-lo de ver certas pessoas.
terça-feira, 13 de julho de 2010
Livro: O Sofrimento de Werther
O livro é narrado na primeira pessoa em forma de cartas que Werther escrevia a um amigo. Em todas as cartas, ele narrava o amor avassalador que ele nutria por Charllote, uma moça órfã de mãe e que tinha a tarefa de cuidar do pai e dos seis irmãos menores. Quando Werther conhece Charllote, este sente um amor avassalador por ela, porém, Charllote já é noiva de Alberto, um jovem trabalhador e apaixonado. Como Werther não consegue mais do que sua amizade, ele em uma tentativa de esquecê-la, muda-se de cidade e quando volta, já a encontra casada. Werther, em seu desespero de amor, decide por fim à própria vida e com as armas de Alberto.Na biografia de Goethe, existem relatos de que o escritor sofreu por amor, assim como Werther e supeita-se que o livro é autobiográfico, mas o autor ao contrário de Werther, não opta pelo suicídio.
A narrativa de Goethe é tão intensa que, na época, muitos jovens passaram a se vestir como Werther e ocorreram tantos suicídios juvenis por todo o continente europeu, que alguns governantes (Suécia e Dinamarca) proibiram a venda do livro.
Leitura obrigatória. E olha que só me interessei pela obra por indicação de minha amiga Celi.
Já havia lido Fausto (do mesmo autor), obra que levou 50 anos para ser concluída e que qualquer dia posto seu resumo.
domingo, 11 de julho de 2010
Livro: O Jardim Secreto de Eliza
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Livro: A menina que roubava livros

Liesel Meminger é uma menina que segue viagem com sua mãe e seu irmão rumo à casa onde será adotada, uma vez que sua mãe não tem condições de criá-la. No meio do caminho seu irmão Werner morre e a viagem é interrompida para enterrá-lo. Lá ela tem seu primeiro encontro com a morte. No cemitério, ela encontra um livo no chão (O manual do coveiro), que um dos coveiros deixa cair. Após conhecer sua nova família, seu pai adotivo Hans Hubbermam, descobre que ela carrega esse livro mas que não sabe ler, então ele começa a lhe ensinar a ler.
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Livro: Paula - Isabel Allende
Não que esse tenha sido o melhor livro dela, mas é um livro emocionante. Ela é uma chilena passional, intensa que teve que se exilar em função da ditadura no Chile.
Isabel resolve escrever uma espécie de diário para a sua filha que está em coma devido a um ataque de porfiria. Como a autora não sabia se a memória voltaria após a saída do coma, Isabel resolve contar a sua história para auxiliar a sua filha a lembrar dos fatos. Paula passa a ser então um retrato auto-biográfico. Sua filha não volta do coma e morre um tempo depois. Nesta espécie de diário muitos segredos são revelados, muitas feridas que já estavam cicatrizadas, voltam a se abrir.
terça-feira, 8 de junho de 2010
A Cabana - Willian P. Young
Se no início do livro, soubesse que durante sua ida à cabana ele sofre um acidente que o deixa em coma e aí ele tem visões que o ajudaram a localizar o corpo de Missy, eu teria lido o livro com outros olhos, mas somente no final isso é dito, o que me levou a não gostar do livro durante minha leitura. Fica uma dúvida para os leitores, ele realmente esteve com Deus e Este teria dito a ele aonde estava o corpo de sua filha ou foram visões que ele teve durante sua quase morte?
Conversando com algumas pessoas que leram o livro, constatei que a opinião delas foi unanime em dizer que amaram o livro, mas será que realmente gostaram ou disseram que gostaram porque a mídia os fez crer que era o melhor livro do ano?
O que acontece conosco é que como não temos o hábito da leitura, mas queremos ler alguma coisa para podermos comentar nas rodas de amigos, então o melhor caminho é pegar a lista do mais vendido no ano e comprar (assim, sem dúvida nenhuma teremos assunto, já que todos estarão lendo a mesma coisa). Realmente foi o mais vendido por ser bom ou porque o investimento em publicidade fez com que todos quisessem ler? Para podermos começar a questionar se o livro é bom ou estamos lendo o que a mídia manda, o melhor caminho é lermos mais e então começar a ver o que realmente é bom e nos agrada.
Me lembra quando todos queriam ler O Código Da Vince e Anjos e Demônios. Dan Brown havia escrito anos antes, Fortaleza Digital (seu primeiro livro), que na minha opinião foi melhor de todos os outros subsequentes e não houve todo o furor em torno do livro, mas quando a mídia entra em ação é um espetáculo. Dan Brown tem magia ao contar suas histórias instigantes, mas quando você lê os demais livros dele, fica com a sensação de que já leu aquele livro (o que muda é o objeto a ser investigado, mas o enredo parece o mesmo).




