O livro é narrado na primeira pessoa em forma de cartas que Werther escrevia a um amigo. Em todas as cartas, ele narrava o amor avassalador que ele nutria por Charllote, uma moça órfã de mãe e que tinha a tarefa de cuidar do pai e dos seis irmãos menores. Quando Werther conhece Charllote, este sente um amor avassalador por ela, porém, Charllote já é noiva de Alberto, um jovem trabalhador e apaixonado. Como Werther não consegue mais do que sua amizade, ele em uma tentativa de esquecê-la, muda-se de cidade e quando volta, já a encontra casada. Werther, em seu desespero de amor, decide por fim à própria vida e com as armas de Alberto.Na biografia de Goethe, existem relatos de que o escritor sofreu por amor, assim como Werther e supeita-se que o livro é autobiográfico, mas o autor ao contrário de Werther, não opta pelo suicídio.
A narrativa de Goethe é tão intensa que, na época, muitos jovens passaram a se vestir como Werther e ocorreram tantos suicídios juvenis por todo o continente europeu, que alguns governantes (Suécia e Dinamarca) proibiram a venda do livro.
Leitura obrigatória. E olha que só me interessei pela obra por indicação de minha amiga Celi.
Já havia lido Fausto (do mesmo autor), obra que levou 50 anos para ser concluída e que qualquer dia posto seu resumo.

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