Direção: Milos FormanRoteiro: Peter Shaffer (baseado em peça de sua autoria)
Ano lançamento: 1984
Quem já teve a oportunidade de assistir a esse filme, com certeza ficou maravilhado. Fico pensando em como as emissoras de TV são pobres em programação. A gente é obrigado a assisistir a uma infinidade de reprises de filmes chulos e esses clássicos do cinema nem são aventados.
Bom, vamos ao que interessa. Quem não teve a oportunidade de assistir ao filme, procure nas lojas que vai encontrar para comprar (na americanas.com ou nas Lojas Americanas, você encontra por R$ 12,90 o DVD).
Após tentar suicídio, Salieri (F. Murray Abraham) confessa a um padre que foi o responsável pela morte de Mozart (Tom Hulce) e relata como conheceu, conviveu e passou a odiar Mozart, que era um jovem irreverente mas compunha como se sua música tivesse sido abençoada por Deus. A interpretaçao Magnífica de F. M. Abraham no papel de Salieri, o compositor da corte que sofreu por amar e odiar, admirar e invejar Mozart sua genialidade e jeito despojado, Mozart, que segundo Salieri, seria uma criatura de Deus abençoada por suas composições. Mozart, conforme foi mostrado no filme, sofria de Transtorno Bipolar. As músicas, os figurinos e as encenações das óperas são simplesmente arrebatadoras. Destaque para duas apresentações mais ao final do filme: as óperas Dom Giovani e A Flauta Mágica.

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