quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Filme: London River - Destinos Cruzados.

Filme francês de origem argelina, exibido em 2009.
Elisabeth Sommers vive em uma ilha do Canal da Mancha. Ousmane é africano e mora no interior da França, onde trabalha como guarda florestal. Ele, mulçumano, ela, cristã. Em comum, apenas o fato de seus filhos estudarem em Londres. Em julho de 2005, as notícias de atentados terroristas na capital britânica correm o mundo, e Ousmane e Elisabeth perdem contato com os filhos, e decidem ir atrás deles. Sua busca irá aproximá-los e, apesar das diferenças religiosas, os dois se unirão pela fé de encontrar seus filhos vivos.
Roteiro de qualidade, boas atuações, o filme deixa a desejar por ser muito monótono.
Contudo, vale a pena assistir. 

simone naves: Livro: Quando ela se foi

simone naves: Livro: Quando ela se foi

Livro: Quando ela se foi

Comecei a ler esse livro hoje (nunca tinha ouvido falar, mas como estava no aeroporto de São Paulo, o melhor lugar para se aguardar um vôo é na livraria La Selva, acabei comprando este às escuras), vou postar o resumo que está no próprio livro e depois comento se gostei.
Autor: Harlan Coben;
Ano: 2011
Editora: Arqueiro
Título original: Long Lost
Outros títulos do autor: Confie em mim, Não conte a ninguém, Desaparecido para sempre, Cilada, A promessa, Não há segunda chance, O inocente e Silêncio na floresta.

Dez anos atrás, Myron Bolitar e Terese Collins fugiram juntos para uma ilha. Durante 3 semanas, eles se entregaram um ao outro sem pensar no amanhã.

Depois disso, os dois se reencontraram apenas uma vez, quando Terese ajudou Myron a salvar seu filho e então foi embora, sem deixar vestígios. Agora no meio  da madrugada, ela telefona: "Venha para Paris".

Terese pede a ajuda de Myron para localizar o ex-marido, Rick Collins, que telefonara depois de anos implorando que ela o encontrasse na capital francesa. Eles logo descobrem que Rick foi assassinado e que Terese é a proncipal suspeita.

Porém, algo mais atordoante é revelado: perto do corpo havia longos fios de cabelos louros e uma amncha de sangue que o exame de DNA revelou pertencer à filha do casal. Só que sua única filha morrera em um acidente de carro muitos anos antes.

Logo Myron se vê perseguido nas ruas de Paris e de Londres. As agências de segurança d equatro países parecem querer as mesmas informações de que ele precisa para desvendar a morte de Rick e o destino da que Terese pensava ter perdido para sempre.

Em uma busca desesperada, Harlan Coben cria um mundo de armadilhas imprevisíveis em que conflitos religiosos, política internacional e pesquisas genéticas se mesclam a amizade, perdão e a chance de um novo recomeço. 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Professora Sem Classe

Diretor: Jake Hasdan
Ano: 2011 (em cartaz nos cinemas)
Elenco: Cameron Diaz, Justin Timberlake, Jason Segel, entre outros.
Comédia fraquinha em que uma professora só gosta de vida boa e está à procura de marido rico e bonito.
Sua vida é pautada pelos excessos com o álcool e a falta de elegância (fala palavrões e não tem o mínimo de bom senso). Ela é abandonada pelo noivo e cai em desespero. Tenta conquistar o professor novo da escola que além de rico é lindo. Ela é assediada por um professor de educação física que é tão grosseiro e deselegante como ela. O filme rola sem grandes sobressaltos. Sem ter o que fazer? Assita e tire suas conclusões. 

Vocabulário feminino

 Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: descomplicar.
Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.

Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna.
Amizade, por exemplo.
Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano.

E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas.
Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele.

Para a alma, então, nem se fala.

Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino:  pausa e silêncio.

Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - a ficar em silêncio.

Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso.

Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir.
Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada.
Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia.
Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria.
O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias.

Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista.
Nas mesas de restaurantes, nem pensar.

Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão?
Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza.

Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada.
Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir.

Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia.

E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar.

Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Brad Pitt ...
Sonhar é quase fazer acontecer.
Sonhe até que aconteça.

E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares.
A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma.

E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição.

O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites.

Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil.

Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni.
Mulheres reais são mulheres imperfeitas.
E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres.
Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada felicidade fica muito mais possível.

Leila Ferreira

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Mesa da Celi no jantar das amigas

A foto não corresponde a beleza da mesa. Não estou conseguindo postar a foto boa. De qualquer maneira vou postar esta aqui mesmo. Sem contar que desfalquei a mesa (peguei o prato para provar antes de todo mundo e não vi que faltava o prato). Descuido imperdoável. Sorry Celi.

Banana empanada com sorvete de creme

Esta é a receita que é um pouco parecida com a anterior.
Ingredientes:
6 bananas (marmelo de preferência ou prata)
1 pote de sorvete de creme
Canela em pó para salpicar
Massa para empanar.

Massa para empanar
400 ml de água
20 g de fermento biológico seco
4 claras
3 colheres de sopa de óleo
2 xícaras de chá de farinha de trigo
1/2 xícara de chá de farinha de arroz
1/2 xícara de chá de fécula de batata
1/2 xícara de chá de açúcar
1 colher de sopa (bem cheia) de fermento em pó
1 pitada de sal

Modo de fazer:
Em uma tigela misture a água, o fermento biológico seco e misture com um batedor de arame. Junte as claras, o óleo e misture bem. Adicione a farinha de trigo, a farinha de arroz, a fécula de batata, o açúcar, o fermento em pó e 1 pitada de sal e mexa bem. Reserve por 15 minutos em temperatura ambiente e tampado.
Corte as bananas ao meio no sentido longitudinal e passe-as na massa.
Leve para fritar em óelo não muito quente (adicione ao óleo 1 palito de fósforo sem queimar para evitar que o óleo se queime e quando o palito estourar pode começar a fritar as bananas).
Escorra em papel absorvente (ou guardanapo de papel)  e disponha 2 metades de banana em um prato de sobremesa e coloque sorvete.
Sirva a seguir (com a banana ainda quente).
Espero que gostem.
Quem fizer e quiser deixar um post dizendo o que achou eu agradeço.